Patrícia Matos

Patrícia Matos

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Patrícia Matos é formada em Comunicação Social pela Escola de Comunicação da UFRJ. Nerd incurável, viciada em música e séries de TV.

Posts by Patrícia Matos

Antes de sair para uma missão, dê uma olhadinha no Google Maps.

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Google lança versão 8-bit do serviço para NES

Google sempre facilitando nossa vida, né?! Eles sabem tudo sobre nós, nossos gostos, o que queremos e até o que não sabemos que queremos e estão sempre prontos a nos oferecer um produto revolucionário. Agora eles querem facilitar a vida dos aventureiros e também dos saudosistas.

Chegou o Google Maps 8-bit.

Na verdade (ou não, como você verá abaixo) se trata do primeiro produto da Google para NES (Nintendo Entertainment Systems), o queridinho dos gamers nostálgicos. Como é mostrado no video acima, foi criado um tipo especial de cartucho que permite que o NES acesse a internet para, assim, carregar os mapas. Incrível, não?! Para quem quiser ter um gostinho dessa novidade basta ir o Google Maps e clicar em “Iniciar Missão”. Veja alguns prints abaixo:

haha, vocês não cairam nessa né?! Claro que é só uma brincadeira de primeiro de abril mas o que importa é se divertir com a versão Dragon Quest style do Google Maps. E não se esqueçam de soprar o cartucho para consertar os bugs. :)

LEGO anuncia linha baseada em O Senhor dos Anéis e O Hobbit

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Lançamento está previsto para junho de 2012

Fãs de lego e de SdA: comecem a juntar as moedas. A LEGO anunciou recentemente que adquiriu os direitos e já está começando a produzir uma linha baseada na trilogia O Senhor dos Aneis e nos filmes de O Hobbit que estão por vir (OMG Eu quero!). Até agora foram divulgados três teasers em forma de poster, o primeiro com a versão lego de Frodo segurando o Um Anel(!), depois Aragorn em O Retorno do Rei e esta semana LEGOlas (rsrs) em As Duas Torres.

Segundo o anúncio feito pela Warner Bros e pela LEGO, o lançamento mundial da linha está previsto para junho de 2012. A parceria Warner Bros e Lego já deu frutos como as linhas de Harry Potter e Batman mas poder recriar o riquíssimo universo de Tolkien promete fazer a alegria de fãs de várias gerações ao redor do mundo.

“Só LEGO, com sua experiência em brinquedos de montar, é capaz de fazer justiça aos ambientes incrivelmente imaginativos retratados no mundo de O Senhor dos Anéis e O Hobbit”, disse Karen McTier, vice-presidente executiva de licenciamento de produtos da Warner Bros. “Estes filmes dão vida a mundos e personagens incríveis e estamos entusiasmados para trazer aos fãs produtos que proporcionem uma experiência imaginativa condizente com o universo que eles amam.”

Fique ligado no site oficial ou aqui no GN para mais informações (por que é óbvio que a gente vai comprar).

Fonte: TheOneRing.net

FBI fecha Megauplad e prende funcionários

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Serviço de compartilhamento de arquivos é acusado de apoiar e incentivar a pirataria

O Megaupload, um dos maiores serviços de compartilhamento de arquivo, foi fechado pelo FBI (e eles nem precisaram da SOPA!). O site é acusado por detentores de direitos autorais de provocar $500 milhões de dólares em prejuízos à indústria de entretenimento por hospedar material ilegal. Até agora sete funcionários do site foram presos (4 deles na Nova Zelândia!). Detalhe: os servidores do Megaupload estão localizados em Hong Kong.

A ação aconteceu um dia depois de o projeto de lei de combate à pirataria online (SOPA) ter sido alvo de críticas e protestos. Estima-se que dez mil sites no mundo todo tenham aderido ao blackout do dia 18 de janeiro, liderado pela Wikipedia, em alerta aos riscos que a nova lei pode trazer para as liberdades individuais e à estrutura da internet.

Porém, o Megaupload já vem lutando contra acusações do tipo há algum tempo. Recentemente o site comprou briga com a Universal Music após divulgar um video em que artistas como Kanye West, Will.I.Am, Snoop Dogg e Alicia Keys (sendo esta esposa do CEO do site, o rapper Swizz Beatz) se declaravam usuários do serviço. Veja o video abaixo (que havia sido retirado do youtube anteriormente devido a ação movida pela Universal).

 

Embora qualquer tipo de arquivo possa ser hospedado no Megaupload e seja impossível verificar se cada conteúdo enviado pelos usuários é protegido, o serviço é apontado pela Recording Industry Association of America (RIAA) e pela Motion Picture Association of America (MPAA) como um apoiador e incentivador da pirataria. Em um comunicado disponível no site antes de seu fechamento, o MegaUpload reconhece que alguns criticam suas práticas, mas “o fato é que a grande maioria do tráfego do Mega é legítimo, e estamos aqui para ficar”. Já seus acusadores se referem à empresa como ”uma organização criminosa internacional cujos membros estão envolvidos em violação de direitos autorais e lavagem de dinheiro em grande escala”.

 

Com informações do Gizmodo e Wall Street Journal

[Opinião] SOPA, pirataria e liberdades individuais na web

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A lei anti pirataria que tramita no congresso dos EUA e o que está por trás de suas medidas consideradas abusivas

“Imagine um mundo sem livre acesso ao conhecimento”

Desde as 3h da manhã de hoje, dia 18 de janeiro de 2012, a Wikipedia em inglês está fora do ar e permanecerá por 24 horas, assim como alguns outros sites ao redor do mundo. O motivo é um protesto contra uma nova lei anti pirataria que tramita no congresso norte-americano. “Ah, mas o que eu tenho a ver com o que acontece lá na gringa?” Tudo! E o fato de que pouco tem se falado a respeito disso é algo que me preocupa.

Tenho visto pouquíssimas manifestações por parte dos nerds, por exemplo, e principalmente de blogs e sites visitados assiduamente por este público e que dariam bastante repercussão ao assunto. Triste quando você pensa que, caso a SOPA (como ficou conhecida a Stop Online Piracy Act) seja aprovada, estes sites e milhões de outros parecidos serão os primeiros a rodar. Sem mencionar que nós, nerds, bem como qualquer usuário comum da internet, seríamos diretamente afetados. Simplesmente a forma como utilizamos a internet e nos relacionamos socialmente no meio virtual (e, por que não dizer, no mundo real também) sofreria mudanças radicais. Primeiro por que a “cara” da internet, como conhecemos hoje, mudaria completamente e teríamos sorte se Google e Facebook, por exemplo, continuassem existindo. Isso por que, segundo o texto desta lei, qualquer provedor, site de busca ou rede social será responsabilizado pelo conteúdo publicado pelos usuários caso este seja protegido por direitos autorais. Isso também inclui links e é neste sentido que as medidas previstas no projeto de lei afetam diretamente portais como a Wikipedia. Por exemplo, um artigo sobre o Pirate Bay não poderia, de forma alguma, conter um link para o próprio Pirate Bay. Tente imaginar o mundo sem estes sites.

Vale lembrar que já existe uma lei anti pirataria nos Estados Unidos, desde 1998, o que, como qualquer um pode observar, não adiantou de nada. Agora, além de transferir a responsabilidade de fiscalização para os grandes portais e serviços que funcionam como indexadores de informação, como o Google e redes sociais (o que seria impossível de controlar e acabaria desfigurando a internet como conhecemos hoje, além de transformar tais sites em verdadeiros censores), a nova lei conferiria, ainda, plenos poderes ao governo norte-americano para simplesmente tirar sites do ar sem ordem judicial. Outro ponto bastante problemático é que a lei se estende a páginas e portais hospedados fora do território dos Estados Unidos. Estando fora de sua jurisdição o governo dos EUA não poderia, de fato, tirar sites do ar mas pode criar imensas blacklists o que, na prática, restringiria o acesso dos norte-americanos a, o quê, 80% da internet? Talvez até mais. Isso sem falar que as definições da SOPA são tão amplas que podem ser interpretadas de tal modo que nada online em qualquer lugar do mundo esteja fora da jurisdição dos EUA.

A vedete da SOPA e que sempre foi um dos temas mais discutidos desde que a web é a web é o compartilhamento de arquivos protegidos por direitos autorais, a famosa pirataria, notadamente de material ligado à (ainda rentabilíssima) indústria do entretenimento. Por isso, não precisa nem dizer que entre os principais apoiadores do projeto de lei estão conglomerados de mídia e entretenimento, gravadoras, operadoras de cartão de crédito e algumas associações de artistas de diversas áreas. Sob o pretexto de proteger a propriedade intelectual, o que ideias como esta promovem, na verdade, é a concentração da informação e do conhecimento nas mãos de poucos. Claro que o direito do autor deve ser protegido e artistas e profissionais merecem e tem direito a compensação financeira por seu trabalho mas, como apontou a própria Wikipedia, “a cura proposta pela SOPA é pior do que a doença”. Mesmo por que, especialistas afirmam que o suposto objetivo do projeto de lei, acabar com o infringimento do direito autoral, sequer seria atingido.

Voltando à pergunta do início, por que isso tem a ver comigo se eu não moro nem pretendo morar nos EUA? Tirando a parte óbvia e mais falada de que a internet não seria mais a mesma, imagina se a moda pega! Não tem muito tempo uma lei bastante parecida e igualmente absurda tramitou no congresso brasileiro, a Lei Azeredo, como ficou conhecida. O real problema é que as ideias que dão origem a este tipo de coisa estão por aí e não faltam mentes limitadas e coorporações gananciosas para abraçá-las. Que tal tomar o caminho inverso: em vez de tentar embarreirar a democratização do conhecimento e da informação – algo que tem acontecido à passos largos nas últimas décadas, graças à própria web – por que não ampliamos o debate sobre propriedade intelectual? É difícil? Sim, muito, mas mais difícil ainda é tentar barrar a inovação e tolher a liberdade de expressão no meio mais democrático e livre que existe. E é nosso papel não facilitar e impedir que a propriedade intelectual (utilizada como desculpa para interesses econômicos e políticos) se sobreponha à preservação das liberdades individuais.

Você pode participar deste movimento global de várias formas, sendo a principal delas, na minha opinião, o debate destas ideias e a divulgação destas iniciativas. Pode começar pelos comentários deste post ou divulgando sua própria opinião por aí (seja online, seja offline). Este é o primeiro, e apenas o primeiro passo.

Seja a resistência, seja a mosca na sopa (e não na parede!), spread the word.

 

Saiba mais:

Página da Wikipedia sobre o assunto, com o posicionamento do portal e informações
Lista de empresas que apoiam a SOPA
NetCoalition: empresas que são contra a SOPA
Movimento que agrega sites brasileiros que aderiram ao protesto

Wikipedia fora do ar nesta quarta

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Em protesto contra lei anti pirataria nos Estados Unidos, versão em inglês do site ficará offline por 24 horas

A Wikipedia vai sair do ar nesta quarta-feira. E possivelmente também o Google e o Facebook. Calma, será só por algumas horas (mas antecipe suas pesquisas, just in case…). O motivo é um protesto contra a Stop Online Piracy Act (SOPA, como ficou conhecida), uma lei anti pirataria que está em votação no senado norte-americano.

Se aprovada, a nova lei obrigaria provedores de internet e sites de buscas a cortar total e definitivamente o acesso a qualquer site que hospede conteúdo protegido por direitos autorais, o que, na prática, simplesmente acabaria com a internet como conhecemos hoje. O projeto de lei também daria direito ao governo norte-americano de agir contra sites hospedados fora do país e permitiria que sites fossem tirados do ar mesmo sem ordem judicial.

Suas medidas restritivas e autoritárias não impedem, contudo, que algumas empresas apoiem o projeto de lei como gravadoras, emissoras de TV, grupos de mídia, editoras, operadoras de cartão de crédito, além de associações que representam diversos setores, como artistas, compositores, atores e estúdios de cinema (Veja lista de empresas que são a favor do projeto de lei).

Felizmente, nem todas as grandes corporações apoiam a SOPA. O protesto da Wikipedia, anunciado pelo criador do site, Jimmy Wales, via twitter, promete ser o primeiro de muitos. A expectativa é que outras gigantes da internet como Google, Facebook e Amazon também tomem atitudes semelhantes. Algumas empresas e empreendedores – como Sergey Brin (Google), Arianna Huffington (Huffington Post), Jack Dorsey (Twitter), entre outros – fundaram a NetCoalition, grupo cujo objetivo é combater a proposta. Em novembro de 2011, a organização divulgou um documento que aponta os riscos à liberdade dos usuários na internet, caso a lei seja aprovada.

Vale lembrar que já existe uma lei de combate à pirataria online nos Estados Unidos, a Digital Millenium Copyright Act, de 1998, que obriga a retirada de material ilegal de sites, mas somente aqueles hospedados em servidores dentro do território norte-americano. Além disso, na prática, a nova lei obrigaria serviços que hoje funcionam como indexadores de informação e verdadeiras janelas para todo tipo de conteúdo (caso de qualquer ferramenta de busca ou rede social) ajam como censores da internet, policiando outros sites além dos próprios usuários (sim, a lei também responsabiliza os serviços on-line pelo conteúdo postado pelos usuários em suas plataformas). Parece que nem a Casa Branca vê a lei com bons olhos e declarou no sábado que, apesar de reconhecer a necessidade de leis para combater pirataria on-line, teme projetos que possam levar à censura e criar entraves à inovação.

Segundo Jimmy Wales, a decisão de tirar a Wikipedia do ar por algumas horas, em protesto, foi tomada em consenso pela comunidade de usuários da ferramenta. A partir das 3h da manhã, horário de brasília, desta quarta (18) o site passará a exibir uma carta à comunidade, incentivando as pessoas a ligar e escrever ao congresso americano. O blackout só atingirá a versão em inglês mas nunca é demais seguir o conselho do próprio Wales em um de seus tweets: adiante o trabalho de casa!

Com informações de: Mashable, The New York Times, Exame

Super-heróis x Anti-heróis, dos quadrinhos às telonas

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Mostra une os universos das HQs e do cinema

Começou no dia 10 na Caixa Cultural, no Rio de Janeiro, a mostra Super-heróis x Anti-heróis, dos quadrinhos às telonas que aborda os universos das HQs e do cinema e sua interseção na figura dos super-heróis. A mostra terá exibição de de 31 filmes, além de debates e um curso sobre o assunto.

As histórias em quadrinhos e o cinema nasceram praticamente juntos, no final do século XIX, período da Revolução Industrial e do surgimento da cultura de massa. O objetivo da mostra é expôr as semelhanças entre os dois universos, suas origens e desdobramentos no Brasil. “O consumo cada vez maior dos quadrinhos e de suas versões cinematográficas no Brasil e em todo o mundo confirma o grande potencial artístico de ambas as linguagens e a capacidade de penetração e envolvimento com todas as faixas etárias e classes sociais”, afirmam os curadores. “Basta pensarmos na ansiedade com que legiões de fãs aguardam a estreia de filmes sobre este assunto”.

Os filmes exibidos na mostra variam entre clássicos, blockbusters e curta-metragens como Batman, de 1966, O Incrível Hulk, de 1978 e Capitão América, de 1949, além de sucessos recentes como Sin City, Watchmen e X-Men, entre muitos outros. Haverá também o curso gratuito “Adaptações dos Quadrinhos às Telas” que será ministrado por Carlos Patati, e debates que acontecem na próxima semana e vão discutir temas como a “Origem e Evolução das Personagens”, “Super-Heróis e Anti-Heróis – Missão Através dos Tempos” e “Dos Quadrinhos às Telas – Técnicas e Estética”.

Super-heróis x Anti-heróis, dos quadrinhos às telonas acontece entre os dias 10 e 22 de janeiro. Os ingressos variam entre R$2,00 (meia) e R$4,00 (inteira). A Caixa Cultural Rio de Janeiro fica na Av. Almirante Barroso, 25, no Centro.

Confira a programa completa.

Filtros-bolha: Saiba o que o Google e o Facebook estão escondendo de você

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Calma. Não se trata de uma daquelas teorias de conspiração, mas, de fato, sites como Google e Facebook andam nos escondendo coisas. A sério. Eli Pariser, web ativista e autor do livro “The Filter Bubble – What the Internet is Hiding From You”, aponta (e critica) o modo de funcionamento de mecanismos de pesquisa online que personalizam os resultados e que, na visão dele, contribuem para o estreitamento de nossa visão de mundo.

Em palestra na conferência anual do TED (organização sem fins lucrativos que visa a divulgação de ideias), o web ativista explica que, ao pesquisarem sobre o mesmo assunto  no Google (ele usa como exemplo a palavra Egito), dois usuários diferentes receberão resultados distintos. Sabe aquela história de pagerank, SEO e todo tipo de técnica que teoricamente faria seu site aparecer primeiro nas pesquisas? Esqueça. Agora os resultados dependem do histórico de cliques de cada usuário, seu perfil, sua localização, entre muitos outros fatores. Seria ótimo se isso não acabasse nos escondendo informações importantes. No exemplo dado por Pariser, um usuário recebe links relacionados à situação política do Egito (que era o assunto em pauta na época) e o outro apenas conteúdo relacionado a turismo.

Pariser argumenta que, à medida em que empresas da Web se esforçam para fornecer serviços sob medida para nossos gostos pessoais (incluindo notícias, anúncios e resultados de pesquisa), acontece uma perigosa conseqüência: Caímos na cilada dos “filtros-bolha” e não somos expostos à informações que poderiam desafiar ou ampliar nossa visão de mundo. O ativista defende que isso pode se tornar ruim para a democracia à longo prazo.

Claro que a busca costumizada tem a vantagem de peneirar a informação e, portanto, tornar a pesquisa mais eficiente do ponto de vista da relevância. O problema é quando isso acontece “pelas costas” do usuário – não tem como percebermos estes filtros e muito menos como sabermos qual informação está sendo deixada de fora. O argumento de que “o usuário tem que aprender a pesquisar” se torna inválido à medida em que tais mecanismos utilizam outros parâmetros de pesquisa que não são aqueles escolhidos por nós.

O que é visto, à princípio, como uma vantagem (uma internet personalizada), acaba se tornando (mesmo que de forma não intencional) uma influência negativa em nossas relações e habilidades sociais. A rede mundial de computadores (e agora também gadgets, celulares e quem sabe futuramente até máquinas de lavar), que é vista como algo que tende a expandir nossos horizontes, pode, justamente, nos tornar cada vez mais limitados e fechados em nosso mundo: O perigo é que, com o tempo, as pessoas não sejam mais expostas a nenhum ponto de vista diferente do seu.

Assista a palestra completa, com legendas em português, abaixo.

 

 

Fonte: www.ted.com

Saiu o trailer de O Hobbit!

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É NATAL, P*&%$#@!

Pode chorar…

Apple passa a vender iPhone desbloqueado no Brasil.

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Novidade foi anunciada no site brasileiro da Apple Store.

Uma novidade na Apple Store brasileira pegou muita gente de surpresa essa semana: Na página em que a empresa anuncia o iPhone 4S, disponível a partir de 16 de dezembro, vemos também o anúncio do iPhone 3GS e do iPhone 4, agora desbloqueados – isto é, sem a necessidade de contrato com uma operadora. A empresa salienta, contudo, que o aparelho pode ser adquirido a preços mais baixos junto às operadoras, com planos de voz e dados.

Ainda não foram divulgados os valores, mas é sabido que os planos de fidelidade das operadoras subsidiam os aparelhos, o que os torna, na verdade, mais caros que os modelos desbloqueados – O pequeno aviso da Apple quanto ao valor dos aparelhos não deve passar de diplomacia, portanto. A boa notícia mesmo é que os consumidores brasileiros devem poder contar com a garantia internacional que acompanha todos os produtos comprados na loja online da Apple.

É a primeira vez que a companhia vende seus smartphones diretamente aos consumidores brasileiros. Nota-se, portanto, que a gigante dos computadores e gadgets está de olho no mercado brasileiro. Recentemente a Apple firmou contrato para fabricação do iPad no país. Há, ainda, rumores de que a iTunes Store estaria pronta para comercializar conteúdo nacional dentro dos próximos dias.

Fontes: Link (Estadão), Techtudo e Tecnoblog.

Dexter em HQ.

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Marvel anuncia para 2012 adaptação da série para os quadrinhos.

O serial killer mais lindo amado da TV e da literatura vai virar herói de história em quadrinhos (“herói” em termos, claro…). A Marvel Comics anunciou esta semana, durante a New York Comic Con, que a série de livros na qual é baseada a série de TV será adaptada pela editora para o formato Graphic Novel. Sabe-se que Jeff Lindsay, autor e criador da série, será também o roteirista da Graphic Novel. Não foi anunciado ainda quem será responsável pela arte.

Darkly Dreaming Dexter, que conta a história de um serial killer que trabalha como um especialista em respingos de sangue, começou a ser adaptado para a televisão pelo canal a cabo norte-americano Showtime em 2006. A série de TV, protagonizada pelo gostoso por Michael C. Hall, está agora em sua sexta temporada, mas as histórias não seguem mais os romances. Lindsay, desde então, escreveu cinco livros da série Dexter. O mais recente, Double Dexter, chega às lojas esta semana. Já a série da Marvel, que seguirá as histórias e sequencias dos livros, estreia em 2012.

No Brasil,a série[bb]é exibida desde 2007 pelo canal por assinatura FX Brasil e desde dezembro de 2010 pela RedeTV!. Já os romances são publicados no Brasil pela Editora Planeta desde julho de 2008.

Fonte: Digital Spy. UK

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