TV
Dexter em HQ.
0Marvel anuncia para 2012 adaptação da série para os quadrinhos.
O serial killer mais lindo amado da TV e da literatura vai virar herói de história em quadrinhos (“herói” em termos, claro…). A Marvel Comics anunciou esta semana, durante a New York Comic Con, que a série de livros na qual é baseada a série de TV será adaptada pela editora para o formato Graphic Novel. Sabe-se que Jeff Lindsay, autor e criador da série, será também o roteirista da Graphic Novel. Não foi anunciado ainda quem será responsável pela arte.
Darkly Dreaming Dexter, que conta a história de um serial killer que trabalha como um especialista em respingos de sangue, começou a ser adaptado para a televisão pelo canal a cabo norte-americano Showtime em 2006. A série de TV, protagonizada pelo gostoso por Michael C. Hall, está agora em sua sexta temporada, mas as histórias não seguem mais os romances. Lindsay, desde então, escreveu cinco livros da série Dexter. O mais recente, Double Dexter, chega às lojas esta semana. Já a série da Marvel, que seguirá as histórias e sequencias dos livros, estreia em 2012.
No Brasil,a sérieé exibida desde 2007 pelo canal por assinatura FX Brasil e desde dezembro de 2010 pela RedeTV!. Já os romances são publicados no Brasil pela Editora Planeta desde julho de 2008.
Fonte: Digital Spy. UK
The Walking Dead: tensão e dramas pessoais se mantém como marca registrada da série
0Episódio de reestreia bate recordes de audiência nos EUA
The Walking Dead voltou. Após uma primeira temporada de apenas 6 episódios mas que geraram frisson entre os fãs do gênero (e da revista em quadrinhos, na qual é baseada a série), The Walking Dead retorna com uma temporada completa de 13 episódios, com o desafio de superar o sucesso da primeira e, mais importante, sem seu idealizador, Frank Darabond.
A série que narra o difícil dia-a-dia de um grupo de sobreviventes de um holocausto zumbi estreou sua aguardada segunda temporada no último dia 16 de outubro nos Estados Unidos, onde bateu recorde de audiência na TV por assinatura (7,3 milhões de telespectadores). No Brasil, a audiência também parece ter sido alta. A frase “COMEÇOU THE WALKING DEAD” (assim mesmo, em caixa alta) estava entre os assuntos mais postados no Twitter. Aqui o episódio de reestreia foi exibido pelo canal Fox apenas dois dias depois da exibição nos Estados Unidos. E o melhor: com legendas e dublagem. Parece que nem isto servirá mais como desculpa para a demora das séries norte-americanas em chegar ao Brasil. A Fox inovou já na primeira temporada da série, que também foi exibida aqui com apenas alguns dias de diferença em relação aos Estados Unidos. Porém, telespectadores reclamaram de cortes: algumas cenas mais agressivas teriam sido “suavizadas”.
A agressividade, aliás, uma marca da série desde o início (o realismo da maquiagem e das inúmeras cenas de morte de zumbi) continua lá, além do clima de tensão e dos conflitos humanos dos sobreviventes. Outra característica da série e que é um dos responsáveis pelo seu sucesso é que ela se mostra como um verdadeiro manual de sobrevivência em um apocalipse zumbi: a cada episódio aprendemos novas maneiras de matar (de novo) um zumbi. Nenhuma arma pode ser menosprezada. Na falta de um revólver (ou de habilidade para usá-lo) podemos usar, por exemplo, uma chave de fenda e perfurar o olho do bicho até destruir seu cérebro (ou o que sobrou dele). Aprendemos ainda que, por incrível que pareça e que por mais que a gente fique em casa gritando “atira, f*$#@&*%!”, nem sempre esta é a melhor opção. Isso acontece quando, ao se deparar com um verdadeiro bando de zumbis vindo em sua direção, os sobreviventes liderados pelo xerife Rick Grimes decidem, sabiamente, se esconder embaixo de carros. Aparentemente, zumbis só atacam o que se move. Mais uma lição aprendida.
Algo que chamou atenção neste primeiro episódio foi a quantidade de mortos (quer dizer, além dos sempre presentes mortos-vivos). Rick e os outros chegam a uma espécie de congestionamento no meio da estrada que tomavam em busca de um lugar (pelo menos um pouco) seguro – o grupo havia decidido abandonar Atlanta e procurar refúgio em Forte Benning, a 200 km dali, no final da 1ª temporada. O lugar está cheio de carros e dentro destes carros, corpos de pessoas que aparentemente se suicidaram. Em outro momento os sobreviventes encontram na floresta uma barraca onde há outro corpo nas mesmas condições. Este fato chama a atenção para o suicídio como opção para escapar do pesadelo, algo frequentemente abordado na série e que foi o centro do conflito humano deste episódio, culminando com Andrea culpando Dale por não ter permitido que ela desse cabo da própria vida no final da primeira temporada.
Culpa, aliás, é um sentimento mais do que presente na série. Durante a passagem do bando zumbi, Sophia, filha de Carol, acaba sendo vista por um deles e foge para a floresta. Rick não hesita em ir atrás da menina mas acaba tomando uma decisão difícil (outra constante em se tratando de apocalipse zumbi. Vamos nos acostumando) e Sophia acaba se perdendo. Carol culpa Rick que, por sua vez, se culpa. E quer lugar melhor para seres humanos culpados do que uma igreja? O grupo encontra o tal templo ao procurar por Sophia. Eles ouvem um sino ao longe e correm em direção ao som na esperança de encontrar a menina. Acabam presenciando uma das cenas mais engraçadas e simbólicas ao mesmo tempo que já vi nesta série: um pequeno grupo de três ou quatro zumbis sentados nos bancos da igreja “olhando” em direção ao altar. Será que mesmo aparentemente inconscientes e desumanizados os mortos-vivos continuam tendo, de certa forma, alguma consciência, alguma fé e, principalmente, alma? É uma discussão filosófica que tem tudo a ver com a série que, apesar da carnificina extremamente bem feita que nos proporciona continua sendo, sobretudo, uma série sobre conflitos e humanidade.
Perto do fim do episódio Rick, desacreditado em si mesmo e culpado, chega a olhar a imagem de Jesus Cristo crucificado e pedir por um sinal. Curioso, já que o personagem do xerife é praticamente um salvador e guia para aquele grupo. Porém, o episódio termina com algo que tem tudo para ser um grande golpe para Rick – Carl, seu filho, leva um tiro, não se sabe de onde e muito menos de quem. É com este susto que chega ao fim o primeiro episódio de uma temporada que promete muitas emoções. Agradou, embora talvez tenha faltado alguma coisa (mais ação, mais sustos, talvez). Ou vai ver é o gostinho de quero mais.
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. The Walking Dead é exibida no Brasil no canal por assinatura Fox, sempre às terças-feiras às 22h. Mais informações no site do canal . .Está chegando o SpaceBlooks: encontro de fãs de ficção científica.
0Evento conta com a presença de roteirista da série Doctor Who.

Se você é fã de ficção científica e está no Rio de Janeiro esta é a sua semana. Nos próximos dias 30 e 31 de maio e 1º de junho acontece o SpaceBlooks, encontro voltado para “o universo de alienígenas, mundos paralelos e fenômenos inexplicáveis”. O evento acontece na livraria Blooks, no cinema Unibanco Arteplex, em Botafogo e este ano recebe o convidado internacional Rob Shearman, escritor britânico e um dos roteiristas da série Doctor Who. O evento tem curadoria de Octavio Aragão, professor da Escola de Comunicação da UFRJ. “A maior parte dos seriados tem seu pé bem plantado em conceitos de Sci-Fi, vide os fenômenos Lost, Heroes, Fringe e The 4400… Ter um roteirista do gênero e escritor premiado falando sobre seu processo de trabalho na TV inglesa será um presente para todos nós”, comemora Aragão.
O SpaceBlooks também contará com a participação dos escritores brasileiros Lúcio Manfredi e Pedro Vieira, autores de romances polêmicos baseados na obra de Machado de Assis. Haverá também o lançamento do livro Space Opera, antologia com textos de diversos autores brasileiros sobre naves espaciais, alienígenas e armas futuristas, pela editora Draco.
Data: 30 e 31/05 e 01/06 Horário: 19h Local: Blooks Livraria – Praia de Botafogo 316, Botafogo (Unibanco Arteplex) – (21) 2559-8776 Gratis
Fonte: Evento Space Blooks 2011: A Ficção Científica em Órbita do Rio
Confira também uma entrevista com Rob Shearman.
Raj, Leonard e Howard estão no Brasil…e a gente recomenda uma visita ao CBPF!
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Pra quem ainda não sabe, parte do elenco do seriado “The Big Bang Theory” visitou o Brasil semana passada para promover o final da quarta temporada, prevista para ir ao ar em junho. Johnny Galecki, Simon Helberg e Kunal Nayyar – respectivamente Leonard, Howard e Raj – deram entrevistas na cidade de São Paulo e fizeram passeios turísticos pelo Rio de Janeiro.

Johnny Galecki, Simon Helberg e Kunal Nayyar em coletiva para divulgação da 4ª temporada da série no Brasil
Nós, do Garota Nerd, confessamos a vontade absurda que tivemos de stalkear o trio. E sugerimos a eles uma visitinha ao local mais TBBT do Rio de Janeiro: O Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), que reúne em laboratórios e salas de estudo, assim como na fictícia Caltech, mestrandos, doutorandos, pós-docs e pesquisadores de ponta das mais diversas áreas da física.

Vista Aérea do CBPF, na Urca (divulgação)
O CBPF foi fundado em 1949 por um grupo de cientistas brasileiros e pessoas interessadas no desenvolvimento científico do país – entre elas, os físicos José Leite Lopes e César Lattes. Se você está inscrito na Plataforma Lattes, base de dados que reúne currículos, instituições e grupos de pesquisa das áreas de Ciência e Tecnologia, certamente reconheceu este sobrenome. César Lattes foi um dos físicos brasileiros mais famosos. Ele foi um dos autores da pesquisa que em 1947 descobriram o méson pi. Já vou explicar.
Aprendemos no Ensino Médio que o átomo é formado por camadas de elétrons e pelo núcleo de prótons e nêutrons, certo? Mas os cientistas precisavam descobrir como esses elementos se atraem para formar o núcleo, uma vez que não podem se atrair eletricamente, já que os prótons, sendo cargas elétricas positivas, se repelem. Para manter o núcleo coeso, os cientistas perceberam que deveria existir um tipo de forças nucleares, até então ainda desconhecidas, que fosse mais forte que a repulsão elétrica. Antes de Lattes, Hideki Yukawa propôs em 1935 a existência de uma partícula que poderia ser absorvida por prótons e nêutrons, alcançando a estabilidade nuclear através dessa troca de partículas que produziria a atração entre eles. A essa partícula, Yukawa deu o nome de méson, por ter uma massa intermediária entre o elétron e o próton. Diversos estudos importantes foram feitos desde a teoria de Yukawa, mas foi o grupo de Lattes que, em estudos realizados no monte Chacaltaya, na Bolívia, descobriu a partícula que se encaixava nas características exigidas pela Teoria de Yukawa. Em 1947 é finalmente, então, anunciada a identificação do méson pi: partícula responsável pelas forças nucleares e peça fundamental na compreensão do mundo sub-atômico.

Núcleo do átomo: muito mais que prótons e nêutrons...
Esse é só um resumo da história! Que se interessar e quiser saber mais sobre César Lattes e a descoberta do méson pi, dá uma olhada neste texto aqui, do Instituto de Física da UNICAMP, que também indica outras matérias bacanas sobre o tema e disponibiliza o primeiro artigo de César Lattes sobre o méson pi, de 24 de maio de 1947 para a Nature.
Vamos combinar: temos mais é que conhecer nosso cientistas e nos orgulhar de termos em terras tupiniquins pesquisadores tão geniais quanto o fictício – e hipocondriacamente adorável – Sheldon Cooper e seus amigos.
“Inteligente é o novo sexy”
0Elenco de The Big Bang Theory divulga a série no Brasil.
Parem as máquinas! (Sempre quis dizer isso. XD) Parte do elenco de The Big Bang Theory, a série mais nerd dos últimos anos, está no Brasil para compromissos de divulgação. Johnny Galecki (que interpreta Leonard), Simon Helberg (Howard) e Kunal Nayyar (Raj) chegaram em São Paulo no último dia 2 (segunda-feira). Eles encontraram alguns jornalistas e na manhã de hoje (4 de maio) concederam uma entrevista coletiva no hotel Emiliano, onde estão hospedados.
Algumas das perguntas respondidas pelo trio giraram em torno do futuro dos personagens e de como a fama transformou a vida dos atores. Ao serem perguntados se se consideravam ícones nerds o intérprete de Howard respondeu com humor: “nerds não, ícones sim”. Sobre a participação na ComiCon, mega evento nerd que acontece todos os anos em San Diego, Califórnia, Simon definiu como “confuso e barulhento”. “A gente teve que encarar 1000 versões de nós mesmos, vestidos iguais. Não fazia idéia do quanto as pessoas são leais ao mundo geek”.

Sobre o andamento da série os atores adiantaram que será dado maior destaque para as mulheres cientístas como Amy Farrah Fowler (Mayim Bialik) e Bernadette (Melissa Rauch). Sobre um possível casamento de Penny e Leonard, Johnny Galecki afirmou: “Eles ainda não estão prontos. Há muitas falhas de comunicação entre eles. No entanto, nesse meio tempo, houve um carinho verdadeiro.”
Aliás, Kaley Cuoco, que interpreta Penny, fez falta, assim como Jim Parsons, o icônico Sheldon. Mesmo assim não faltou humor e nerdices durante a entrevista. Simon confessou que joga Rock Band e Halo. Já Kunal confirmou o que nós, garotas nerds, já estamos cansadas de saber: ”É sexy ser inteligente. É uma série sobre nerds, sobre ser inteligente.”
O elenco deve ficar no Brasil até sexta-feira, dia 7, para conhecer o país e divulgar a série. Em São Paulo eles foram a uma roda de samba na Vila Madalena, fizeram compras na Oscar Freire e, à noite, foram para uma balada no Jardins. Hoje eles vão para o Rio de Janeiro, onde devem visitar pontos turísticos e bares da Lapa.
The Big Bang Theory é exibida no Brasil pelo canal Warner com o título de Big Bang, a Teoria e retrata o dia-a-dia de quatro jovens cientistas A série, que está em sua quarta temporada, foi criada por Chuck Lorre, o mesmo de Two and a Half Men, e é sucesso na rede norte-americana CBS desde 2007. Recentemente o programa foi indicado ao Globo de Ouro na categoria Melhor Série de Comédia ou Musical e venceu na categoria Melhor Ator de Série de Comédia ou Musical com a atuação de Jim Parsons.




